O álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2022 apresentou a pior taxa de acerto na representação dos jogadores da Seleção Brasileira em quatro décadas, segundo análise divulgada pelo Exame . Com apenas 79% de precisão nas imagens, o desempenho ficou aquém dos padrões observados em edições anteriores.
Em contraste, na Copa de 2022, a empresa responsável pela produção errou apenas uma imagem, alcançando cerca de 95% de precisão. O índice atual representa uma queda significativa, superando até mesmo erros cometidos em Mundiais passados.
A baixa acurácia gerou reclamações entre colecionadores e fãs, que apontaram inconsistências nas fotos dos atletas. Especialistas destacam que a qualidade editorial dos álbuns tem impacto direto na experiência dos consumidores e na tradição do colecionismo no Brasil.