Em sua carta mensal, a gestora Kinea comparou a economia brasileira ao filme 'Parasita', vencedor do Oscar, sugerindo que o país consumiu como rico sem realmente enriquecer. A analogia foi publicada no portal Exame .
Segundo a Kinea, o Brasil experimentou um crescimento no consumo das famílias nas últimas décadas, mas sem o correspondente aumento na produtividade. Esse descompasso teria levado a um endividamento excessivo e a uma expansão do crédito que não se refletiu em geração de riqueza real.
A carta alerta que, sem reformas estruturais que aumentem a eficiência econômica, o país pode continuar nesse ciclo de consumo financiado por dívida, em vez de crescimento sustentável. A comparação com o filme ilustra o risco de viver acima das possibilidades reais.