Em artigo publicado pelo Exame , especialistas defendem que líderes precisam desenvolver consciência emocional para tomar decisões mais acertadas. A maturidade afetiva é apontada como diferencial competitivo em um mercado cada vez mais complexo.
Segundo os analistas, a falta de clareza emocional pode levar a escolhas reativas e prejudicar a confiança das equipes. Já líderes que reconhecem seus próprios sentimentos e os dos outros conseguem antecipar riscos e promover um ambiente mais colaborativo.
O texto sugere que a inteligência emocional deve ser tratada como competência estratégica, não como soft skill opcional. Treinamentos, feedbacks constantes e momentos de reflexão são recomendados para fortalecer essa capacidade nos gestores.