A cobertura da Copa do Mundo deste ano é a mais fragmentada da história no Brasil, segundo reportagem do Exame . Os 104 jogos serão distribuídos entre três plataformas principais: a CazéTV, no YouTube, a TV Globo e o SBT, cada uma exibindo uma parcela das partidas ao vivo. Isso obriga o torcedor a escolher entre a tela do celular e a televisão da sala, dependendo do jogo e do horário.
Enquanto a Globo mantém a maior fatia dos jogos, incluindo os principais confrontos e a final, o SBT adquiriu direitos de algumas partidas de mata-mata. Já a CazéTV, canal do streamer Casimiro, ficou com a transmissão de jogos de grupos menos badalados e alguns confrontos das fases iniciais, atraindo um público mais jovem que já consome conteúdo digital. A disputa pela audiência acirra a competição entre o modelo tradicional de TV aberta e o streaming gratuito.
Para o telespectador, a experiência varia conforme a disponibilidade de dispositivos e internet. A TV aberta oferece estabilidade e qualidade de imagem, mas menos flexibilidade de horário. O YouTube, por outro lado, permite assistir de qualquer lugar, mas depende de conexão estável e pode ter delays na transmissão. A decisão entre uma plataforma e outra, portanto, depende do perfil de cada torcedor e da importância do jogo.