A Super Rádio Tupi publicou uma reportagem que revisita a criação do código de barras, uma das inovações mais impactantes para o comércio e a logística. Inventado pelos americanos Norman Woodland e Bernard Silver na década de 1950, o sistema de leitura óptica por linhas paralelas começou a ser usado comercialmente apenas em 1974, quando um pacote de chicletes da Wrigley foi o primeiro produto a ter seu código escaneado em um supermercado nos Estados Unidos.

O artigo detalha como a ideia, inicialmente inspirada no código Morse, precisou de avanços tecnológicos — como lasers e microprocessadores — para se tornar viável. Woodland patenteou o conceito em 1952, mas a implementação prática só foi possível com a queda dos custos de produção e a padronização do Universal Product Code (UPC) nos anos 1970. Desde então, o código de barras se tornou onipresente, permitindo a automação de caixas, rastreamento de estoques e redução de erros.

No Brasil, a adoção do código de barras acompanhou a modernização do varejo a partir dos anos 1980, com a GS1 Brasil (antes EAN Brasil) coordenando a atribuição de prefixos — como o 789, exclusivo para itens fabricados no país. A reportagem lembra que, embora já existam tecnologias mais avançadas, como os códigos QR, o tradicional código de barras linear ainda é o padrão mais utilizado no mundo, com mais de 1 bilhão de leituras diárias.