As máquinas de autoatendimento, que permitem ao cliente passar e pagar as compras sem a ajuda de um funcionário, se tornaram comuns no Brasil mesmo diante de controvérsias. Uma reportagem da CNN Brasil mostra que a tecnologia já está presente em redes como Carrefour, Pão de Açúcar e até em lojas de conveniência, gerando debates sobre o impacto no emprego e na experiência do consumidor.
Entre as principais críticas estão o risco de desemprego para caixas e operadores de loja, além de problemas técnicos como falhas na leitura de códigos de barras e dificuldades de uso por idosos. Por outro lado, os defensores apontam ganhos de eficiência, redução de filas e menor custo operacional para os estabelecimentos.
Embora a adoção tenha crescido durante a pandemia como medida de distanciamento, as máquinas vieram para ficar. Especialistas ouvidos pela reportagem preveem que a tendência é de expansão, com integração a sistemas de pagamento digital e reconhecimento por inteligência artificial, mas alertam para a necessidade de regulamentação e treinamento dos consumidores.