A Nike será a fornecedora de uniformes de 12 seleções na Copa do Mundo de 2022, mas o desempenho na bolsa não acompanha o brilho em campo. Segundo reportagem da Exame , as ações da gigante esportiva acumulam queda superior a 30% no ano, pressionadas por dificuldades estruturais.
O mercado avalia que a empresa enfrenta margens comprimidas e desaceleração das vendas, especialmente na China e nos Estados Unidos. A concorrência acirrada com marcas como Adidas e o avanço de players menores também contribuem para o cenário desafiador.
Apesar do patrocínio de alto nível no futebol, a Nike precisa reverter as tendências operacionais para recuperar a confiança dos investidores. A análise da Exame destaca que a empresa busca ajustar sua estratégia de estoques e inovação para enfrentar o ambiente macroeconômico adverso.