O número de mercados autônomos no Brasil cresceu 34% no último ano, tornando-se o formato predominante entre novas aberturas, segundo dados da Bem Paraná . As lojas sem funcionários, que operam com sistema de autoatendimento via aplicativo e leitura de códigos, já representam 52% dos pontos de venda em operação no país.
A expansão é puxada por investimentos em tecnologia de identificação, como códigos de barras 1D e 2D, que permitem ao consumidor finalizar a compra sem intervenção humana. Segundo especialistas, a tendência acelera a digitalização do varejo e reduz custos operacionais. A GS1 destaca que a padronização de códigos é essencial para garantir a interoperabilidade entre sistemas de diferentes redes.
Os mercados autônomos já estão presentes em todas as regiões do Brasil, com maior concentração no Sudeste e Sul. Apesar do crescimento, desafios como a segurança patrimonial e a adaptação de consumidores mais idosos ainda preocupam os operadores. A expectativa do setor é que o formato atinja 70% das lojas de conveniência até 2026.