O primeiro semestre de 2026 registrou 5.931 pedidos de recuperação judicial no Brasil, segundo levantamento do InfoMoney . Entre os casos emblemáticos está o da fabricante de brinquedos Estrela, que busca renegociar dívidas e evitar a falência.
Além da Estrela, outras empresas de diferentes setores também ingressaram com recuperação judicial. A lista inclui redes varejistas, companhias aéreas e indústrias, afetadas por juros altos, queda no consumo e endividamento crescente.
Especialistas apontam que o volume recorde de pedidos reflete a fragilidade financeira de muitas empresas pós-pandemia. A recuperação judicial é vista como uma ferramenta para reestruturar passivos e preservar empregos, mas nem todas conseguem se reerguer.