As máquinas de autoatendimento, também chamadas de self-checkout, se popularizaram nos supermercados brasileiros, mas não sem controvérsias. Relatórios da CNN Brasil mostram que, enquanto grandes redes como Carrefour e Pão de Açúcar ampliam a instalação dos totens, consumidores reclamam da falta de atendimento humano e da dificuldade de operar os equipamentos.
Além das queixas, o formato tem sido associado a um aumento nos furtos e em perdas no varejo. Especialistas apontam que a migração para o autoatendimento reduz custos operacionais, mas exige investimentos em tecnologia antifurto e treinamento dos clientes.
Apesar das resistências, a tendência é de crescimento. Estudos indicam que o mercado global de máquinas de autoatendimento deve ultrapassar US$ 10 bilhões até 2027, impulsionado pela busca por eficiência e pela pandemia, que acelerou a adoção de soluções sem contato.