A China criticou duramente o governo dos Estados Unidos após o indiciamento do ex-presidente cubano Raúl Castro, classificando a medida como "abuso judicial" e interferência nos assuntos internos de Cuba. A declaração foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores chinês, que reafirmou seu apoio a Havana. A informação foi publicada pelo Exame .
O indiciamento de Raúl Castro, irmão de Fidel Castro e líder de Cuba por quase duas décadas, foi anunciado pelo Departamento de Justiça dos EUA sob acusações relacionadas ao tráfico de drogas e crimes contra a humanidade. A ação elevou a pressão diplomática sobre o regime cubano e gerou reações de aliados internacionais.
Especialistas apontam que o movimento judicial norte-americano pode intensificar o isolamento de Cuba e aprofundar as tensões entre China e EUA, uma vez que Pequim vê a ação como um pretexto para desestabilizar a região. A China tem sido um dos principais parceiros econômicos e políticos de Cuba em meio às sanções americanas.