Em entrevista ao InfoMoney , o CEO da Senior afirmou que a inteligência artificial deixou de ser um recurso complementar no RH e se consolidou como infraestrutura indispensável. Segundo ele, as empresas que não adotarem a IA como base dos processos de gestão de pessoas ficarão para trás em eficiência e competitividade.

A transformação, de acordo com o executivo, vai além da automação de tarefas repetitivas. A IA agora atua na análise preditiva de desempenho, na personalização de planos de carreira e na identificação de talentos com base em dados comportamentais e de produtividade. O objetivo é integrar a tecnologia a todos os pontos de contato do colaborador com a empresa.

Para o CEO, o RH precisa se preparar para essa mudança cultural e investir em capacitação das equipes. Ele alerta que a resistência à adoção da IA como infraestrutura central pode gerar perda de talentos e aumento de custos operacionais. A Senior, que oferece soluções de RH, já incorpora essas funcionalidades em seus produtos.