Kevin Warsh, cotado para assumir a presidência do Federal Reserve, defende cortes nos juros, mas enfrenta um cenário de inflação persistente de 3,8%. A posição foi revelada em reportagem da Exame , que analisa as declarações recentes do ex-diretor do banco central americano.

Warsh é visto como um nome alinhado a uma política monetária mais expansionista, mas a inflação acima da meta de 2% do Fed impõe desafios. Especialistas apontam que, se nomeado, ele precisará equilibrar o estímulo econômico com o controle de preços.

A indicação de Warsh ocorre em meio a pressões do mercado por juros mais baixos, enquanto o Fed mantém a taxa básica entre 5,25% e 5,50%. O mercado monitora de perto os próximos passos da política monetária americana.