O JPMorgan reiterou sua recomendação de compra para as ações da Vale, afirmando que a mineradora brasileira está sendo negociada com um desconto excessivo em relação ao seu valor justo. Em relatório, os analistas destacam que a empresa possui fundamentos sólidos, incluindo baixo endividamento e geração de caixa robusta, o que a torna atrativa para investidores de longo prazo.

O banco aponta que o mercado está precificando riscos excessivos, como questões regulatórias e volatilidade do minério de ferro, sem considerar adequadamente a resiliência operacional da Vale. Ainda segundo o JPMorgan, a companhia está em posição privilegiada para se beneficiar da transição energética global, dado seu portfólio de metais essenciais para a descarbonização.

Com um valuation considerado atrativo, a Vale negocia a múltiplos históricos baixos, o que, na visão do banco, representa uma oportunidade de entrada. O JPMorgan manteve o preço-alvo para as ações, indicando potencial de valorização significativa em relação ao preço atual.