Segundo reportagem do InfoMoney , autoridades ligadas ao ex-presidente Donald Trump tentaram certificar apenas metade das máquinas de votação dos Estados Unidos antes das eleições de 2020. A medida teria como objetivo questionar a legitimidade do pleito, mas não foi implementada.

As investigações apontam que o grupo pressionou a Comissão de Assistência Eleitoral dos EUA (EAC) para restringir a certificação de equipamentos de votação, o que afetaria diretamente estados decisivos como Flórida e Pensilvânia. A tentativa de banir metade dos equipamentos foi vista como uma forma de minar a confiança no processo eleitoral.

A iniciativa não prosperou, mas o episódio reforça as preocupações sobre a interferência política nas eleições americanas. Especialistas alertam que a falta de padronização e a vulnerabilidade das máquinas de votação continuam sendo um risco para a democracia no país.