O mercado de códigos de barras no Brasil está passando por transformações significativas, com a migração dos tradicionais códigos lineares (1D) para padrões bidimensionais (2D), como QR Codes. A iniciativa, liderada por entidades como o GS1 Brasil, visa ampliar a capacidade de armazenamento de informações e melhorar a rastreabilidade de produtos ao longo da cadeia de suprimentos. De acordo com o portal Guia Muriaé , as mudanças já estão sendo debatidas por varejistas e indústrias.

A transição para códigos 2D permite que os consumidores acessem dados adicionais, como origem, data de validade e instruções de uso, diretamente pela leitura do smartphone. Para o varejo, a atualização exige investimentos em novos leitores e sistemas de ponto de venda, mas promete maior eficiência logística e redução de erros. A GS1, organização global de padrões, estabeleceu um cronograma para que todos os setores adotem o novo formato até 2027.

No Brasil, a GS1 Brasil coordena a adaptação dos códigos de barras, que atualmente utilizam o prefixo 789 para produtos nacionais. A mudança não altera a estrutura de prefixos, mas exige que as empresas atualizem seus cadastros e embalagens. Especialistas recomendam que varejistas e fabricantes iniciem o planejamento o quanto antes para evitar impactos nas operações.