Matéria publicada pelo Exame lista sete sinais que podem indicar se um vídeo foi gerado ou manipulado por inteligência artificial, os chamados deepfakes. Entre os detalhes mais comuns estão piscadas irregulares, movimentos da boca fora de sincronia com o áudio e pele com aparência artificial, sem textura realista. A publicação alerta que, com o avanço da tecnologia, os vídeos falsos estão cada vez mais sofisticados, mas ainda apresentam imperfeições perceptíveis ao olhar atento.

Outros indícios mencionados incluem iluminação inconsistente no rosto em relação ao ambiente, sombras que não correspondem à fonte de luz, distorções ao redor do cabelo e bordas do rosto, além de movimentos repetitivos ou mecânicos. Em alguns casos, a imagem pode apresentar falhas nas bordas dos óculos ou nos dentes, que tendem a ser menos nítidos em deepfakes.

A reportagem recomenda que, diante de um vídeo suspeito, o espectador observe também o contexto em que foi compartilhado e a credibilidade da fonte original. Ferramentas de verificação e softwares de detecção de deepfake podem ajudar, mas o olhar crítico do usuário continua sendo o primeiro filtro essencial para evitar a disseminação de desinformação.