Em artigo de opinião publicado pelo Exame , um especialista critica a adaptação de ferramentas de e-commerce B2C para o mercado B2B, apontando que essa prática gera frustração e limita o crescimento do varejo atacadista.

As plataformas voltadas ao consumidor final não atendem às necessidades do B2B, como negociação de preços, pedidos mínimos, múltiplos compradores por empresa e integração com sistemas de gestão. Essa lacuna obriga os varejistas a fazerem adaptações improvisadas que comprometem a eficiência operacional.

Para reverter esse cenário, o especialista recomenda que as empresas invistam em soluções projetadas especificamente para a complexidade do atacado, priorizando funcionalidades como catálogos segmentados, preços dinâmicos e automação de processos comerciais.