O comércio varejista brasileiro registrou a nona alta anual consecutiva em 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE e repercutidos pelo InfoMoney . Apesar do resultado positivo, o crescimento de 3,2% ficou abaixo dos 4,5% observados em 2024, indicando uma desaceleração no setor.
Entre os segmentos que mais contribuíram para o avanço estão supermercados, combustíveis e farmácias. Já o setor de móveis e eletrodomésticos apresentou retração, refletindo o impacto dos juros elevados sobre o consumo de bens duráveis.
Analistas avaliam que a perda de dinamismo está associada ao aperto monetário e ao endividamento das famílias. A expectativa para 2026 é de crescimento moderado, condicionado à trajetória da inflação e da taxa Selic.