Segundo reportagem da SuperHiper , o código 2D — como os QR Codes — começa a ser adotado na cadeia de abastecimento brasileira, substituindo gradualmente os tradicionais códigos de barras lineares. A mudança visa aumentar a capacidade de armazenamento de informações, permitindo incluir lotes, validades e dados de rastreabilidade em um único símbolo.
A iniciativa segue tendência global liderada pela GS1, que padroniza o uso de códigos 2D no varejo. No Brasil, a implementação ainda é inicial, com testes em redes de supermercados e fornecedores. A expectativa é que a tecnologia traga ganhos de eficiência logística e redução de erros, mas exige investimentos em leitores e sistemas compatíveis.
Especialistas apontam que a transição será gradual, com convivência entre os dois formatos por alguns anos. A adoção do código 2D é vista como essencial para a digitalização da cadeia, especialmente com as exigências de rastreabilidade cada vez mais rigorosas no mercado nacional e internacional.