Cientistas usaram DNA extraído de um fóssil para recriar o rosto de uma mulher que viveu há aproximadamente 45 mil anos na Europa, segundo reportagem do Olhar Digital . O estudo, publicado em periódico especializado, analisou material genético de restos mortais encontrados em uma caverna na Europa Central e permitiu detalhar as feições de uma das primeiras habitantes do continente.

A reconstrução facial revelou que aqueles primeiros europeus possuíam traços robustos, como rostos largos, mandíbulas fortes e narizes pronunciados. Essas características físicas indicam adaptação ao clima frio da Era do Gelo e diferem das populações modernas da Europa, que apresentam traços mais delicados.

Além de trazer informações estéticas, a pesquisa fornece pistas sobre a história evolutiva humana. O DNA analisado ajuda a entender as migrações e misturas populacionais que ocorreram na Europa durante o Paleolítico Superior, contribuindo para o conhecimento sobre como os humanos modernos se espalharam pelo planeta.