O CEO da ClickUp, Zeb Evans, detalhou que a startup de software de produtividade, avaliada em US$ 4 bilhões, demitiu 22% de seus funcionários como parte de uma reestruturação. A medida, reportada pelo Exame , visa reduzir custos e financiar um novo modelo de remuneração que pode chegar a salários de US$ 1 milhão para os colaboradores remanescentes.

Segundo Evans, a demissão em massa está atrelada a uma estratégia de eficiência e foco em inteligência artificial. A empresa busca reter talentos de alto desempenho com pagamentos agressivos, enquanto corta posições consideradas redundantes ou de baixo impacto. A startup, que já levantou mais de US$ 400 milhões, enfrenta pressão para gerar lucro após anos de crescimento acelerado.

O movimento reflete uma tendência no setor de tecnologia, onde empresas estão reavaliando suas estruturas de custos diante de um mercado mais restritivo. A ClickUp, concorrente de gigantes como Asana e Monday.com, aposta na combinação de cortes seletivos e remuneração elevada para impulsionar a produtividade e a inovação em IA.